por Conteúdo | maio 17, 2021 | Contabilidade
As notícias sobre o aumento da taxa de inadimplência têm sido cada vez mais comuns, os credores ficam preocupados, e os devedores encurralados.
A dívida não vai deixar de existir e se não tomarmos cuidado ela pode sair fora do nosso controle e botar tudo a perder quando o assunto envolve uma empresa ou negócio próprio.
Tendo dito isso, a ideia aproveitar esse momento de preocupação dos credores para conseguir boas negociações das dívidas. Até porque coma retomada da economia a chances de conseguir uma boa negociação de dívidas irá diminuir bastante, então o momento é agora.
Por isso preparamos o blog post: Comece a Negociar Dívidas: Conheça 3 Passos Fundamentais. Boa leitura.
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Conheça o tamanho e a origem da sua dívida
Comece fazendo listas. É fundamental organizar o seu endividamento. Liste tudo o que você deve em cartões de crédito, empréstimo, financiamento, cheque especial, carnês e boletos. Depois de se recuperar do susto de ver o tamanho da sua dívida, você vai notar que agora está mais palpável para trabalhar com metas mensais, já que você conhece o valor total.
Agora que você tem a visão do total da dívida é importante entender qual é o seu poder de quitação dessa dívida, e isso é possível entendendo qual é o seu orçamento mensal, ou seja, tudo o que entra e sai da sua conta bancária todo mês.
O objetivo é sair das dívidas, certo? Então, é preciso saber o quanto poderá pagar. Sabendo do tamanho da sua dívida e do poder de quitação que você tem por mês, defina um valor limite para negociar e não assuma um compromisso com o qual não possa arcar.
Vamos pegar um exemplo: uma família tem uma dívida de R$ 5.000,00 e só consegue pagar R$ 110,00 por mês. Imagine que ela conseguiu um empréstimo com CET (Custo Efetivo Total) de 1,33% ao mês. Nesse cenário, vai demorar quase 6 anos para quitar a dívida.
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Esteja ciente que imprevistos acontecem
Nós temos o costume de acreditar sempre no melhor cenário e, por isso, raramente estabelecemos um “plano B” para cobrir os eventuais imprevistos. Gastos com reforma, perda de emprego ou clientes, consertos e manutenção, fechamento do comércio, coisas que costumam aparecer e afetar diretamente no seu orçamento.
Quando planejar o pagamento de dívidas, reserve um valor mensal para cobrir os imprevistos que poderão surgir no meio do caminho. É muito importante ser cauteloso e se previnir de novas dívidas desnecessárias.
- Não aceite o crédito fácil que algumas instituições ofertam com taxas maiores.
- Mantenha a sua planilha financeira sempre atualizada.
- Busque equilibrar as despesas e receitas, cortando os excessos.
- Reserve pelo menos 5% da sua renda mensal para imprevistos, mesmo enquanto quitada a dívida com o credor por meio de novos empréstimos.
- Evite fazer novas dívidas quando entrar dinheiro extra.
- Use dinheiro extra para quitar dívidas atuais.
- Poupe para imprevistos ou junte para comprar à vista.
Com tudo isso organizado e definido, prepare-se para negociar.
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Defina sua estratégia de negociação
Antes de fazer a negociação com o credor, pense nos argumentos que irá apresentar. E leve todos os documentos que vão comprovar sua capacidade de pagamento. Faça uma lista de perguntas que você poderá fazer antes de assinar a negociação. Por exemplo:
- Qual será o desconto, em percentual, sobre a dívida total?
- Se pagar à vista, posso ter um desconto maior?
- Se parcelar, quais serão os juros?
- Depois de pagar, em quanto tempo terei minha situação regularizada na Serasa?
- Quando pagar, vou receber uma carta de quitação?
Se restar alguma dúvida, não decida por impulso. Peça para que a proposta de negociação seja feita por escrito. Leve para casa, discuta com pessoas de confiança e volte depois com uma contraproposta. Ou, se houver concordância, volte para assinar o contrato de negociação.
E, aí? Pronto para começar a negociar sua dívida?
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Agora que você já sabe como começar o processo de negociação de dívidas, avalie o seu cenário e caso tenha ficado alguma dúvida ou queira conhecer o nosso trabalho mais a fundo segue abaixo o contato da MVON Contabilidade.
A equipe MVON aguarda o seu contato, fazemos a sua contabilidade online: (41) 99716-0089 / e-mail: contato@mvon.net.br
por Conteúdo | abr 20, 2021 | Contabilidade
As empresas, entre outros tipos de organizações, estão investindo nas novidades tecnológicas para impulsionar seus negócios de forma a torná-los mais lucrativos. No entanto, a transformação digital na contabilidade vai além de uma simples implementação de sistemas digitais e plataformas online.
No mundo da contabilidade a vinda da tecnologia desencadeou uma revolução na estrutura, na estratégia de venda, na cultura dos colaboradores e nos processos como um todo.
A transformação digital na contabilidade é um assunto muito discutido, mas pouco se entende o que realmente requer para alcançar essa transformação e principalmente existem falsos conceitos, que se tornaram populares, do que é a transformação digital. E isso faz com que o conceito transformação caia em descrédito já que “efetivamente” não tem se traduzido em resultados para a empresa.
Aqui vamos mostrar quais são esses 3 mitos que comumente levam as empresas a acreditarem que já são cem por cento digitais, e até se venderem assim, e no final não conseguirem o principal que são os resultados de crescimento. Boa leitura!
O mito da adaptação
Com o advento da obrigatoriedade do programa governamental chamado de Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), que foi instituído pelo Decreto n º 6.022, de 22 de janeiro de 2007, todos os escritórios tiveram que se adaptar ao uso de ferramentas computadorizadas para registrar e gerar relatórios. As bases já são bem conhecidas por quem é da área, confira:
- Escrituração Fiscal Digital – EFD;
- Escrituração contábil Digital – ECD;
- Nota Fiscal Eletrônica – NF-e;
- Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e;
- Escrituração Contábil Fiscal – ECF;
- e-Social;
- EFD-Contribuições.
Toda a autenticação, recepção, validação e armazenamento dos livros contábeis se tornaram eletrônicos, transformando completamente a forma de trabalho dos contadores.
Agora, estar adaptado a essa forma digital de registrar informações quer dizer que sua empresa é digital? Sua empresa está lucrando mais porque ela está adaptada a essa forma de trabalhar as informações? Sua empresa está informatizada, e isso não quer dizer que ela seja uma empresa digital, nem tão pouco ágil.
O mito da presença online
É evidente que hoje em dia a grande maioria de seus clientes utilizam com frequência as redes sociais, por exemplo; Facebook, Instagram, LinkedIn, Whatsapp entre outros. E bem como também buscam no Google por informações e serviços que encontram em sites e blogs.
Ter uma conta da sua empresa no Facebook e em cada uma das redes sociais da moda que seja, não significa que a sua empresa tem uma presença digital online. Nem tão pouco ter o site da empresa quer dizer que agora a empresa é uma marca online presente.
O grande mito aqui não é o fato de ter uma conta da empresa no Instagram, ou ter um site com um blog. O grande problema é que a maioria das empresas pagam para ter um site, criam suas contas e acreditam que assim como colocar uma fachada nova na frente do escritório vai atrair as pessoas como um imã.
Presença digital se constrói. É um processo contínuo. E feito com estratégia sua empresa consolida três coisas importantes na empresa.
- Funil de vendas, de onde vem os novos clientes;
- Relacionamento com cliente e fidelização, que seria o pré-venda e pós-venda;
- Branding, que é poder de criar o valor da marca.
O mito das ferramentas digitais
Contar com o poder de processamento dos computadores para realizar tarefas complexas, contas matemáticas, registrar informações que geram indicadores inteligentes, e não depender de tarefas que sejam feitas à mão pelo contador, tudo isso não significa que sua empresa seja digital só pelo fato de realizar os trabalhos com o uso de computadores.
Estamos no século XXI e me pergunto, será que existe algum escritório ou empresa que não tenham no mínimo um computador para realização de processos? Principalmente levando em consideração que os smartphones são um computador, eu acredito que se existir devem ser pouquíssimas.
As ferramentas são parte importante da transformação digital, mas mais do que isso há uma parte que é essencial para que a transformação possa refletir em resultados significativos. E essa parte está diretamente ligada a cultura dentro da empresa, a cultura de realizar processos e a comunicação de maneira ágil. E ágil aqui não se traduz simplesmente em fazer uma tarefa do mesmo jeito só que mais rápido.
Sem a transformação na cultura dos processos e da comunicação entre as pessoas dentro do escritório, ou empresa, o termo transformação digital não se faria necessário, ao invés disso o termo usado seria digitalização apenas.
Conclusão
Um dos principais erros conceituais que líderes de empresas, ou de escritórios de contabilidade, tem ao pensar sobre o tema é resumi-lo a um esforço de TI ou a modernização de alguma área da empresa.
Diferente do que se pensa os primeiros passos para a transformação digital inclui três coisas:
- Ajuste na cultura da empresa
- Revisão dos processos da empresa
- E por fim a adoção de ferramentas digitas juntamente com a construção da presença digital da empresa de uma forma estratégica e ágil
E aí sim o resultado dessa transformação digital toda vai ser mais clientes, e clientes mais fidelizados!
Se isso te interessa considere entrar em contato com nosso time para saber mais sobre nossa consultoria de transformação digital na área de contabilidade.
A equipe MVON aguarda o seu contato, fazemos a sua contabilidade online: (41) 99716-0089 / e-mail: contato@mvon.net.br
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por Conteúdo | abr 13, 2021 | Contabilidade
Toda empresa é um negócio com poder de gerar lucro. E juntamente com esse poder a empresa também tem responsabilidades a serem cumpridas, e as mais conhecidas são as responsabilidades fiscais.
Todo poder carrega responsabilidades
Seja escritório, consultório, comércio, ou qualquer outro tipo de empreendimento você como empreendedor está sujeito a consequências com o descumprimento das responsabilidades.
Segue uma lista das principais responsabilidades fiscais de uma empresa:
- Agenda tributária das responsabilidades fiscais;
- Responsabilidades tributárias;
- Emissão de notas fiscais;
- Obrigações trabalhistas;
- Declaração de impostos retidos;
- Escrituração contábil.
Bom, até aqui a intenção não foi te desanimar e dizer que empreender não vale a pena. Nem tão pouco tentar te convencer que é por isso que você precisa gastar mais dinheiro e contratar uma contadora para resolver sua vida porque você tem medo de levar prejuízo no final.
O objetivo aqui foi esclarecer melhor a sua situação quanto as responsabilidades do seu negócio e partindo desse cenário, e das obrigações, você terá mais capacidade de decidir se realmente você precisa de uma contadora e que tipo de serviço de contabilidade é o melhor para você.
Por isso te convido a continuar lendo o nosso blog post: Sua empresa realmente precisa de uma contadora? Entenda melhor! Boa leitura!
6 pontos para avaliar uma contadora
Há muitos escritórios de contabilidade, você vai encontrar muitos anúncios na internet de contadoras, mas isso não quer dizer que todos são especializados no seu negócio, ou que seja o ideal para resolver a sua necessidade.
Diante disso, a recomendação é que você tenha em mente alguns critérios essenciais quando for pesquisar por escritórios contábeis. Conheça os critérios mais importantes que podem te ajudar a encontrar uma boa contadora para o seu negócio.
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Atendimento
Com a tecnologia que temos cada vez mais acessível atualmente, a comunicação deve ser cada dia mais rápida e precisa. O escritório que você escolher deve estar pronto para atendê-lo a qualquer momento.
A recomendação é que você avalie todos os canais de comunicação do escritório como e-mail, site, redes sociais e telefones. A velocidade, disponibilidade, cordialidade e atendimento devem ser fatores significativos antes de fechar negócio.
Dizem que a escolha de um contador para uma empresa é como escolher um médico para sua família. Ou seja, é necessário estabelecer um laço de confiança de longa duração. Por isso, é essencial que seu escritório também ofereça uma boa relação com os profissionais.
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Infraestrutura
É importante analisar se o escritório de contabilidade está oferecendo a infraestrutura necessária para atender a sua demanda. Isso diz respeito tanto a tecnologia do escritório, quanto a quantidade de funcionários que eles podem oferecer.
Existem desde escritórios com apenas um contabilista responsável até gigantescas firmas com dezenas de empregados. Você pode avaliar a organização do espaço, o clima organizacional, a relação dos funcionários. Assim, é possível entender qual a melhor opção para sua empresa.
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Especialização
Uma contabilidade com profissionais especializados na área de atuação do seu negócio, terá mais conhecimento e suporte técnico, e isso impacta na qualidade dos serviços contábeis prestados. Sendo assim, a recomendação é que você procure por contadoras especializadas.
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Competência técnica
É fundamental ser atendido por profissionais capacitados e experientes, que se mantenham frequentemente atualizados principalmente a respeito das legislações tributárias e trabalhistas. Além disso, é essencial que essa competência esteja ligada a capacidade de resolução de problemas e definição de conceitos (e como aplicá-los).
O cliente não precisa ser especializado em assuntos tributários e trabalhistas, mas o contador sim. Além disso, ele deve simplificar os conceitos e os termos para melhor compreensão do cliente.
Para ter certeza da competência técnica de um escritório, você pode entrar em contato com o profissional e ter uma conversa sobre as principais dificuldades do empreendimento. A partir disso, peça também atualizações periódicas e matérias sobre seu segmento, medindo a profundidade de conhecimento desse profissional.
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Relação custo benefício
Peça um orçamento e avalie a qualidade das atividades executadas na proporção do preço pelo qual o serviço é cobrado. É importante ressaltar que os profissionais com maior competência e conhecimentos específicos podem cobrar mais por seus serviços, mesmo que tenham uma estrutura menor. Isso porque a segmentação e especialização em nichos faz com que o escritório apresente soluções eficazes para determinados problemas.
Da mesma forma que uma empresa pode cobrar mais barato por um produto, como é o caso dos escritórios de contabilidade que prestam serviços básicos, como pagamento de impostos em dia etc.
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Localização
O ideal é que o escritório esteja numa localização próxima e de fácil acesso para sua empresa. Quando o escritório atua na mesma cidade, fica muito mais fácil realizar reuniões e visitas pessoais para verificar sua estrutura funcional, seus representantes e a dinâmica.
Dessa forma, é possível economizar tempo e manter uma boa frequência de reuniões, que é aconselhado que seja no mínimo mensal.
Não só pelo deslocamento, é importante ter um escritório de contabilidade na mesma cidade também pelo fato de que a legislação contábil e as obrigações tributárias podem ser diferentes de uma cidade para outra.
Em alguns casos, as empresas encontram complicações com o IPTU e o ISS, além dos impostos municipais. Se o escritório estiver em outro município, isso se torna ainda mais difícil.
Agora que você já sabe como escolher uma contadora para sua empresa, avalie o seu cenário e caso tenha ficado alguma dúvida ou queira conhecer o nosso trabalho mais afundo segue abaixo o contato da MVON.
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por Conteúdo | mar 22, 2021 | Notícias
Os relatórios contábeis e as pequenas e médias empresas
De acordo com o Ministério do Trabalho as pequenas e médias empresas (PMEs) respondem por mais da metade dos postos de trabalho no país. São as pequenas e médias empresas, que vêm ganhando o papel de protagonismo nos últimos anos.
O interessante é que nas PMEs, os relatórios contábeis assumiram a mesma importância dos relatórios de custos ou de produção. Isso porque assim como acontece nas médias e grandes, as PMEs estão de olho na redução de impostos, bem como na eficiência da gestão financeira, no controle dos custos e no planejamento estratégico.
Neste contexto, a parceria entre o empreendedor e a contabilidade é fundamental para o desenvolvimento e crescimento de cada negócio! Os empreendedores expondo quais são suas necessidades gerenciais e os contadores ajudando a decifrar e organizar os números, aumentando o poder crescimento sustentável da empresa.
Pensando nessa questão preparamos o blog post Relatórios contábeis: 3 motivos para ter eles em dia na sua empresa. Aqui vamos abordar quais são os relatórios contábeis e na sequência os motivos que justificam sua extrema importância em estar em dia e sendo cuidada pela contabilidade. Boa leitura!
Os relatórios obrigatórios
É importante entender que alguns relatórios são obrigatórios, exigidos por lei. Conhecidos como Demonstrações Financeiras, esses documentos são:
- Balanço Patrimonial (BP);
- Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
- Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA);
- Demonstração das Origens e Aplicações de Recurso (DOAR) — somente para Sociedades Anônimas.
Os relatórios não obrigatórios
Os relatórios não obrigatórios obviamente são aqueles que não são exigidos por lei. No entanto, eles são extremamente estratégicos e, portanto, importantes para as tomadas de decisão dos empreendedores e gestores de empresas. São eles:
- Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC): exceto para as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00, quando se torna obrigatório;
- Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA): exceto para as companhias abertas.
Ambos os relatórios que descrevem e detalham as operações passadas, possibilitando aos gestores o fácil acesso a indicadores que ajudam a previsão e projeção de despesas e receitas de períodos futuros.
3 motivos para manter em dia os relatórios contábeis?
Agora que você já sabe que um relatório contábil é essencial para avaliar a saúde financeira da empresa. A importância deles, porém, extrapola essa função genérica. Ao reunir informações contábeis de forma organizada e confiável, o contador promove três importantes benefícios ao negócio quem direcionam a empresa ao crescimento sustentável. Confira quais são os motivos:
1) Tomada de decisão assertiva e fundamentada
A empresa e seus administradores buscam constantemente obter bons resultados. E mesmo contando com uma equipe de profissionais capacitados para trabalhar na produtividade do negócio isso não significa que os números sempre serão positivos no balanço final.
É evidente que a empresa precisa tomar decisões em busca do equilíbrio, da otimização, da inovação, da divulgação, da contratação e assim por diante. Mas, como tomar essas decisões que envolvem investimentos ou cortes de maneira segura? É preciso avaliar todo o cenário do trabalho realizado, mas especialmente os números do andamento do negócio.
É aí que entra como protagonista do sucesso os relatórios contábeis. Quando o contador oferece um documento embasado, acessível e evidente, o empreendedor ou gestor consegue por meio de uma interpretação clara dos dados financeiros tomar as melhores decisões.
Relatórios contábeis facilitam o entendimento da situação econômica da gestão geral da empresa. Dessa forma, o empreendedor pode escolher soluções em favor da produtividade e do crescimento sustentável da empresa.
2) Estratégia de crescimento
Os documentos e registros bem feitos trazem dados reais e atualizados sobre a saúde financeira do negócio. Mas, mais do que isso com esses relatórios em mãos identificar potencialidades e fragilidades no empreendimento é muito mais fácil e claro para analisar.
E é a partir dessa análise que o empreendedor ou gestor pode elaborar estratégias para corrigir falhas e aproveitar oportunidades claras para crescimento da empresa. E assim o negócio segue constantemente aprimorando e obtendo bons resultados.
3) Acesso facilitado ao crédito
Existem muitas formas de se obter crédito no mercado financeiro, e caso um investimento seja estratégico para o negócio é importante ressaltar aqui que os melhores créditos são obtidos para aquelas empresas que cumprem uma série de requisitos.
Os bancos muitas vezes podem solicitar os relatórios contábeis de pequenas e médias empresas antes de liberar pequenos empréstimos.
Um dos melhores financiamentos de longo prazo que é fornecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), por exemplo, exige grande rigor na saúde financeira dos empreendimentos. E o crédito disponibilizado depende da análise de relatório contábil.
Conclusão
Pelo fato de haver um maior número de empreendedores no país nos últimos anos, e muitas empresas emergentes têm contado com os serviços terceirizados de contabilidade, as assessorias contábeis acabam contribuindo com o importante papel de elaboração e interpretações das informações dos relatórios contábeis, entregando aos empreendedores e gestores um resumo da análise do que é importante saber para a condução e crescimento das pequenas e médias empresas.
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por Conteúdo | mar 10, 2021 | Notícias
Começou dia 1º de março o período de entrega da declaração do Imposto de Renda 2021, do ano-base 2020, e vai até o dia 30 de abril. Os principais critérios para declarar são:
- Ter recebido mais que R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis;
- Ter bens acima de R$ 300 mil;
- Ou ter ganhado mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos.
Lembrando que a partir de maio as restituições começarão a ser.
Se adiante para não perder o prazo. Já está disponível no site da Receita Federal o programa para preencher sua declaração. A novidade é que a versão 2021 está mais fácil, ela já vem com o Java embutido, ou seja, não precisa instalar a máquina virtual para funcionar. E você ainda pode optar por fazer a declaração online, através do e-CAC, ou ainda direto pelo celular, usando o aplicativo do IRPF.
Está mais fácil do que nunca, mas isso não quer dizer que dúvidas não irão surgir e que erros podem ocorrer, até porque a declaração envolve muita informação e isso aumenta as chances de erro.
Bom, para tirar possíveis dúvidas e te auxiliar nesse processo de declaração, nós preparamos o blog post: Perguntas e respostas sobre a declaração do IRPF 2021, tire suas dúvidas. Segue abaixo a nossa lista de perguntas e respostas, boa leitura!
Perguntas e respostas
1) Quem deve declarar o Imposto de Renda?
- Quem tiver recebido, em 2020, mais de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis;
- Quem teve R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte;
- Ou quem tinha bens, em 31 de dezembro de 2020, como um imóvel, com valor acima de R$ 300 mil.
- Também é obrigado quem passou a morar no Brasil e estava morando até a virada do ano; quem realizou qualquer operação em Bolsa de Valores;
- E quem obteve receita bruta anual relativa à atividade rural acima de R$ 142.798,50.
- Além disso, este ano há uma novidade: quem recebeu o auxílio emergencial e teve outros rendimentos tributáveis, no ano passado, em valor anual superior a R$ 22.847,76 também vai precisar declarar.
2) Quem recebeu qualquer valor de auxílio precisa declarar?
Não! Apenas quem teve, além do auxílio, rendimento superior a R$ 22.847,76, por meio da ficha “Rendimentos Tributáveis recebidos de Pessoa Jurídica”. Nesse caso, esses contribuintes terão que fazer a devolução do valor do benefício recebido do governo através do próprio IRPF, por meio de DARF.
3) Quem recebeu o BEM — benefício referente à redução de jornada e salário ou à suspensão de contrato— em 2020. Onde deve declarar?
De acordo com Antonio Gil, sócio de impostos da EY, o valor deve ser declarado em “Rendimentos Tributáveis recebidos de Pessoa Jurídica”, já que a Receita Federal não considera o valor isento.
4) Quem sacou o FGTS Emergencial ao longo de 2020. Onde deve declarar?
Esse valor deve ser declarado na ficha de “Rendimentos Isentos”
5) Declarar o IRPF 2021 pelo celular funciona também?
Sim! Existe um aplicativo para fazer a declaração direto do aparelho portátil. Além disso, os contribuintes podem fazer direito pela internet, pela área “Meu Imposto de Renda” do e-CAC. A última forma — e a mais conhecida — é baixando o programa no computador. A novidade é que, este ano, não é necessário baixar o Java para utilizá-lo porque a máquina virtual já virá embutida.
6) Somente através de conta corrente é possível receber a restituição?
Não! É possível através de conta corrente e também conta poupança ou uma conta de pagamento, desde que você seja o próprio titular da conta.
7) Quem é MEI precisa fazer a declaração do IRPF?
Assim como a Declaração Anual do Simples Nacional, relativa aos ganhos do seu negócio, o microempreendedor individual (MEI) precisa fazer a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, se a sua situação de rendimentos se enquadra em um dos critérios de obrigatoriedade. Por isso é importante calcular quais foram os seus lucros ao longo de 2020 e entender que parte é isenta.
É importante lembrar também os seguintes cenários:
- Negócios nas áreas de comércio, indústria e transporte de carga têm 8% da receita bruta com isenção;
- Negócios na área de transporte de passageiros têm 16% da renda bruta não tributada;
- E serviços em geral recebem a isenção de 32%.
Por isso, é preciso pegar o valor total arrecadado no ano passado e fazer a conta do percentual isento. E esse valor será declarado em “Rendimentos Isentos”. Depois disso, pega-se o rendimento bruto total novamente, retira-se o valor das despesas relativas ao trabalho para aferir o lucro real. Do resultado, é preciso subtrair o valor isento. A resposta dessa conta deve ser declarada em “Rendimentos Tributáveis recebidos de Pessoa Jurídica”.
8) Onde declarar a aposentadoria?
Em “Rendimentos Isentos”. Ao informar o recebimento de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão de declarantes maiores de 65 anos, o limite da parcela isenta será calculado, e os valores excedentes serão automaticamente transferidos para a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.
9) Como declarar um imóvel financiado?
Caso seu imóvel esteja sendo financiado, você deve informar na ficha de “Bens e Direitos”. O valor a ser declarado não é o total, mas o que você pagou até o momento. Por exemplo: se você deu R$ 60 mil de entrada, o valor do imóvel vai ser R$ 60 mil mais os gastos com legalização, escritura, despachante, certidões e parcelas em 2020. Se o imóvel foi comprado no ano passado mesmo, o valor em 2019 tem que permanecer zerado.
10) Tenho uma casa faz muitos anos, e ela se valorizou com o tempo. Qual valor informar?
O valor a ser declarado é o valor pago pelo imóvel, mesmo que o imóvel tenha se valorizado ao longo do tempo. O que pode ser feito é acrescentar o valor gasto com obras, desde que tenha os recibos e as notas fiscais.
11) O que é a declaração pré-preenchida?
A declaração pré-preenchida funciona como um tipo de rascunho: a Receita reúne informações de empresas com as quais você se relaciona e apresenta a declaração para você fazer apenas os ajustes finais. Isso ajuda a evitar erros e ainda economiza tempo.
Agora, você pode acessar a declaração pré-preenchida de forma gratuita, por meio do e-CAC, com CPF, senha e autenticação de dois fatores. No entanto, caso você tem um filho dependente, os dados dele só vão aparecer de forma automática aqui se ele te der uma procuração, que pode ser gerada no próprio site da Receita Federal.
12) Quais despesas podem ser abatidas na aba de “Pagamentos Efetuados”?
É possível acrescentar despesas com médico, plano de saúde e educação, do titular ou dos dependentes. Para gastos com educação, só são aceitas despesas referentes a escola, faculdade ou especialização. Já despesas com curso de inglês e balé não podem ser declaradas. É importante guardar o recibo de tudo por cinco anos para conferência da Receita, se for chamado.
13) Qual é melhor: declaração completa ou simplificada?
Depende. Na completa, é possível abater os gastos com médico e educação. Já na simplificada, a dedução do rendimento tributável é de um valor fixo em 20%. Então, o melhor é preencher a declaração do modo mais completo possível porque depois você pode analisar em qual das opções tem maior valor a receber ou menor a pagar. É possível conferir no canto esquerdo inferior do programa do IRPF 2021.
14) Quando vou receber a minha restituição, se esse for o caso?
A Receita Federal vai efetuar o pagamento das restituições em cinco lotes, em vez de sete. O primeiro será pago no último dia de maio, e o quinto, no último de setembro.
Vale lembrar que, quanto antes fizer o envio da declaração sem erros, mais cedo receberá a quantia devida.
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