por Lucas Vaz | abr 13, 2023 | Contabilidade, Empreendedorismo
Existem várias formas de relatórios financeiros serem úteis para a estratégia de negócios, fornecendo informações cruciais sobre a economia da empresa, como receitas, despesas, fluxo de caixa, lucro e perda. Com base nessas informações, pode-se avaliar o desempenho financeiro atual e planejar estratégias futuras para melhorar os resultados.
O que são relatórios financeiros?
Os relatórios financeiros são essenciais para empresas de todos os tamanhos e setores, uma vez que fornecem informações vitais para a gestão financeira. Eles possibilitam a avaliação do desempenho monetário da empresa em um determinado período, auxiliando proprietários e gerentes a tomarem decisões estratégicas como investimentos, expansão e reduções de custos.
Esses documentos são elaborados por contadores ou analistas financeiros de acordo com as normas contábeis e fiscais aplicáveis, garantindo sua conformidade legal. Além disso, eles também são utilizados por investidores e órgãos regulatórios para avaliar a saúde financeira da empresa e garantir o cumprimento de obrigações legais e fiscais.
Em resumo, os relatórios financeiros são uma ferramenta crucial para a gestão monetária e tomada de decisões em qualquer empresa, permitindo uma análise aprofundada do desempenho financeiro e garantindo transparência e conformidade legal.
A importância de um bom relatório
Adotar a criação de relatórios financeiros em seu negócio pode ser bom por vários motivos:
1. Tomada de decisão: informações críticas sobre o desempenho financeiro de uma empresa permitem que proprietários e gerentes tomem decisões informadas sobre o futuro do negócio. Essas informações podem ajudar a identificar tendências e padrões ao longo do tempo e ajustar as estratégias do negócio.
2. Transparência financeira: relatórios financeiros precisos e completos ajudam a garantir a transparência financeira da empresa, fornecendo informações aos investidores, credores e outras partes interessadas. Isso ajuda a criar confiança em seu negócio e pode facilitar o acesso a financiamento ou investimentos.
3. Conformidade com a lei: as empresas cumprem determinadas regulamentações financeiras e apresentar relatórios em conformidade com as normas contábeis aplicáveis. Esses relatórios ajudam a garantir que a empresa esteja cumprindo suas obrigações legais e fiscais.
4. Avaliação de desempenho: os relatórios financeiros são usados para avaliar o desempenho da empresa em um determinado período de tempo e comparar esse desempenho com o de outras empresas do mesmo setor. Isso identifica áreas que estão indo bem e aquelas que precisam de melhoria.
5. Planejamento financeiro: permite que proprietários e gerentes prevejam receitas e despesas futuras, planejem investimentos e se preparem para o sucesso a longo prazo.
Quais os tipos de relatórios financeiros?
Existem três tipos principais de relatórios financeiros que são fundamentais para avaliar o desempenho de uma empresa:
- Demonstração de resultados: também conhecida como demonstração do resultado do exercício ou DRE, ela apresenta o lucro ou prejuízo de uma empresa em um determinado período de tempo. Mostra as receitas, custos e despesas e o resultado líquido final.
- Balanço patrimonial: é um registro da situação financeira de uma empresa em um determinado momento. Ele lista os ativos (bens e direitos), passivos (dívidas e obrigações) e patrimônio líquido (diferença entre ativos e passivos).
- Demonstração do fluxo de caixa: a demonstração do fluxo de caixa mostra a entrada e saída de dinheiro de uma empresa durante um período de tempo. Ela fornece informações sobre as fontes de receita e despesas de uma empresa, incluindo as operacionais, de investimentos e de financiamento.
Além desses, outros tipos de relatórios financeiros podem incluir análises financeiras, comentários de gerenciamento, relatórios de auditoria e notas explicativas. Esses relatórios ajudam a contextualizar as informações apresentadas nas demonstrações financeiras e fornecer uma visão mais completa do desempenho da empresa.
Quer obter os melhores relatórios com uma equipe de contadores capacitada? Entre em contato com a MV ON.
por Saishi | abr 28, 2022 | Contabilidade
A dedução de gastos no Imposto de Renda sempre gera muitas dúvidas aos contribuintes. Um tipo de custo que pode ser deduzido na declaração é o com educação.
Mensalidade escolar, gastos com material, transporte, uniforme, curso de línguas: entenda o que pode ser deduzido no Imposto de Renda. Vamos esclarecer como declarar despesas educacionais, quais podem ou não ser deduzidas e qual valor máximo de dedução neste ano.
Como inserir os gastos com escola e faculdade dos filhos dependentes na declaração. Confira, abaixo, como fazer esse procedimento na declaração.
O QUE PRECISO SABER SOBRE AS DESPESAS EDUCACIONAIS?
A Receita Federal permite deduzir gastos com mensalidade ou anuidade escolar, mas apenas no limite de R$ 3.561,50 por ano para o titular. Se também for declarar dependente, o limite é o mesmo para cada um deles.
Quem tem filhos como dependentes pode abater os gastos da base de cálculo do imposto, que é formada pelos rendimentos tributáveis.
Lembrando que o contribuinte só consegue abater as despesas se fizer a declaração no modelo completo.
O QUE PODE SER DEDUZIDO COM EDUCAÇÃO?
Entre os “gastos com instrução” que são passíveis de dedução estão: educação infantil (creches e pré-escolas); ensino fundamental e ensino médio; educação superior (graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e especialização); ensino técnico; e especializações.
Em relação às especializações, podem entrar MBAs e cursos técnicos que dão direito à certificados de faculdades, por exemplo. Geralmente, são cursos de especialização que duram entre um e dois anos.
O QUE NÃO PODE SER DEDUZIDO COM EDUCAÇÃO?
Estão neste grupos os gastos com cursos de idiomas (como inglês, espanhol, etc.), academia, aulas de esportes, dança ou música, material escolar de qualquer tipo, transporte até a escola/instituição de ensino, tablet e aparatos de tecnologia que são usados na escola, cursinhos pré-vestibular, passeio da escola e viagens de intercâmbio.
Também não podem ser deduzidos os gastos feitos com pessoas que não foram incluídas como dependentes na declaração, por exemplo: um contribuinte que paga a escola de um sobrinho ou neto não pode abater os valores da mensalidade — a não ser que tenha a guarda judicial da criança e a inclua no seu IR como dependentes
COMO DECLARAR DESPESAS EDUCACIONAIS?
As despesas com educação devem ser informadas na ficha “Pagamentos Efetuados”, observando cada código e sua função. Nesse caso, o código é 01 (instrução no Brasil) ou 02 (instrução no exterior). Além do documento que comprove a despesa, o cidadão também deve informar o CNPJ e o nome da instituição.
Após essa etapa, deverá ser indicado se a despesa foi realizada com o próprio titular, com seus dependentes incluídos na declaração, ou com alimentandos nos casos de decisão judicial ou acordo homologados nas formas prevista em lei.
Fique atento, pois, caso a Receita Federal desconfie de alguma irregularidade na declaração dessas despesas, pode ser solicitado ao contribuinte uma verificação dos gastos declarados.
Por isso, o ideal é guardar, por no mínimo cinco anos, todos os comprovantes, constando nome, CPF ou CNPJ e endereço de quem recebeu os pagamentos. Esse é o período em que a Receita pode convocar o declarante a justificar ou dar explicações sobre o valor declarado. O pagamento pode ser comprovado por meio de notas fiscais, recibos e comprovantes bancários.
CONCLUSÃO
A dedução com educação na declaração do Imposto de Renda é possível desde que dentro das regras informadas pela Receita Federal.
Sempre que ficar na dúvida, confira no artigo se este gasto é válido ou não para ser declarada.
Se ainda não tiver certeza, entre em contato com a nossa equipe da MV ON.
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por mvon@contab | dez 28, 2021 | Contabilidade
Antes de conquistar a otimização de seus resultados, empresários e vendedores precisam consertar os erros em vendas que cometem no dia a dia — muitas vezes, sem perceber!
É fundamental entender que, antes de realizar qualquer venda, é preciso conquistar a confiança de seu cliente e entender seu problema — para, então, oferecer a solução ideal no momento certo.
Trouxemos 6 erros que não podem ser cometidos na hora da venda.
- DESCONHECER SEU PÚBLICO-ALVO
Definir o perfil do potencial cliente ajuda a conhecer suas dores e necessidades.
Ter claro o nicho que irá trabalhar, se especializar neste segmento para desenvolver vantagens diante dos concorrentes.
- DEIXAR DE ANALISAR SEUS CONCORRENTES
Um dos erros comuns é não fazer um levantamento sobre os serviços prestados pelos outros profissionais da mesma área. Sem essas informações, você terá dificuldades em fazer um comparativo com aquilo que você oferece.
A partir dessa análise, por outro lado, você pode identificar diferenciais e aproveitar essa vantagem na hora de vender seu produto ou serviço. Caso contrário, é a chance de adequar sua oferta de serviços para aumentar a possibilidade de fechar mais vendas.
- NÃO FAZER FOLLOW UP DE VENDAS
Outro grande erro é não acompanhar a evolução do processo de vendas, o que pode fazer com que você perca a oportunidade de fechar negócios.
Trata-se de uma estratégia com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento da jornada de um potencial cliente e utilizar ações que o levem a fechar negócio com você. Muitas vezes, essa abordagem mais ativa é o que falta para finalizar a venda.
- NÃO SABER NEGOCIAR
No momento de negociar valores com o cliente é importante pensar no lucro do seu negócio. Porém, também é necessário estar aberto à possibilidade de oferecer um preço inicial e aumentar os valores ao longo do tempo.
Um erro comum é não saber como negociar, principalmente por dificuldades para demonstrar o valor do trabalho, não apenas o preço. Quando o profissional apresenta as vantagens ddo serviço, o custo deixa de ser o mais importante, pois o cliente tende a focar nos benefícios da contratação.
- NÃO APRESENTAR PROVA SOCIAL
Às vezes, os profissionais deixam de apresentar provas sociais (depoimentos) por não entender o potencial dessa estratégia. Contudo, se você tem clientes que apresentaram satisfação com seu produto ou serviço, vale a pena mostrar esses dados.
Com uma boa apresentação, a técnica ajuda o futuro cliente a tomar uma decisão positiva. Afinal, ele conseguirá visualizar, de forma concreta, como o serviço pode ajudá-lo.
- NÃO MOSTRAR O VALOR DO SEU TRABALHO
O último erro é não mostrar o diferencial do seu trabalho. É importante deixar claro para o cliente as diferenças para o serviço tradicional. Também é necessário mostrar como a solução vai ajudá-lo a alcançar, definitivamente, o sucesso no negócio.
Mostre os benefícios dessa estratégia e como ela ajuda nos processos decisivos, sempre considerando informações concretas. Assim, o potencial cliente pode se interessar ainda mais pelo seu trabalho.
Agora que você conheceu 6 erros comuns na venda, adote medidas para evita-los.
CONCLUSÃO
Cada pessoa possui suas características pessoais e, por isso, todo consumidor é diferente. Mas os cuidados com as vendas é algo imprescindível.
Identificar e corrigir esses recorrentes erros em venda vai potencializar as operações de sua empresa e, consequentemente, atrair melhores resultados financeiros.
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Se você precisa de mais tempo para vender seu produto ou serviço, uma contabilidade online facilitará o seu trabalho.
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por Conteúdo | maio 25, 2021 | Contabilidade
Erros contábeis afetam diretamente o setor financeiro de qualquer empresa podendo até prejudicar o seu crescimento.
Saiba que muitos erros contábeis podem ser evitados com atitudes simples, mudança de gestão ou rotina. Outros, no entanto, precisam de uma atenção maior, pois a consequência pode ser irreversível.
A falta de investimento no setor contábil é o primeiro grande erro. Uma empresa que não vê valor na sua contabilidade, provavelmente irá se deparar com falhas no armazenamento de NFes e será, portanto, a primeira a ser fiscalizada e multada pelo Fisco.
O senso comum
Pensando nesses erros e nas atitudes que podem te ajudar a evitar erros comuns, que preparamos o blog post: Os 5 principais erros contábeis e como evita-los.
Geralmente as empresas relacionam uma boa gestão financeira com relatórios de vendas, fluxo de caixa, logística, promoções (no caso do varejo) e etc. Porém, quando o assunto é contabilidade, nem todas estão preparadas. Entenda alguns dos erros contábeis mais comuns para aprender como evita-los. Boa leitura!
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Lançamentos e conciliações desatualizados
Não manter atualizado os lançamentos e conciliações é um erro bastante comum e pode prejudicar diretamente o crescimento do negócio, até porque sem essas informações as decisões tomadas podem ser precipitadas ou equivocadas.
Veja bem, qualquer relatório ou demonstrativo que for feito sem os dados atualizados não conferir com a realidade do negócio. Daí para frente a utilização desses relatórios ou demonstrativos passam a serem prejudiciais na sua finalidade de servir como apoio nas decisões estratégicas da empresa.
Mantenha uma rotina de lançamentos, faça uma agenda com as datas dos mesmos junto ao contador responsável e não deixe nada passar despercebido. A organização financeira e contábil garante credibilidade à empresa.
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Contas pessoais e empresariais
Misturar contas pessoais com as contas da empresa também é bastante comum, principalmente em pequenas empresas.
Muitas vezes o empreendedor não consegue separar um tempo para organizar as finanças de forma correta, mas se isso não for corrigido, a longo prazo o negócio (pessoa jurídica) acaba te prejudicando aos olhos da Receita Federal.
Por lei, quando o empresário tira dinheiro da empresa constantemente e ocorre o “erro contábil”, isso pode ser visto como sonegação. Além disso o CRC (Conselho Regional de Contabilidade) costuma advertir contadores que não utilizam essa separação nas contas.
Portanto, contador e empresário devem manter uma disciplina de separação dessas contas para manter um controle financeiro. É importante conversar com o banco e saber quais são as melhores opções de crédito e etc.
No caso de empresas com sócios, na hora de separar a remuneração é preciso utilizar o Pró-Labore, como um salário para cada um.
Além de estar em conformidade com a Receita Federal, fica muito mais clara a situação do negócio.
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Escriturações fiscais com falhas na entrega
Escriturações fiscais, principalmente relacionadas ao SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) exigem diversos cuidados, tanto no preenchimento, quanto na entrega de todos os documentos fiscais.
Os erros mais comuns de escriturações são o lançamento de valor incorreto, espaços em branco, inversão das contas etc. Para corrigir esses erros geralmente o contador pode emitir retificações.
Uma boa entrega depende também do processo por trás da emissão e consulta de Notas Fiscais eletrônicas, pois muitos dados que entram no SPED originam desses documentos.
Portanto, se a empresa emitiu a Nota com erros ou deixou de fazer a escrituração de um documento fiscal, isso pode prejudicar a entrega. Por isso é necessário analisar essa parte do processo também.
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Falha na emissão e consulta de Notas
A falha na emissão ou consulta de NFes deixa qualquer empresário e escritório de contabilidade desesperado.
Se sua rotina é correr atrás de e-mails ou ligar para fornecedores atrás do DANFe (Documento Auxiliar de NFe) para encontrar dados do documento fiscal, é hora de adotar uma nova estratégia e eliminar de vez os erros tributários.
Para evitar problemas de gestão de documentos fiscais muitas vezes recorrer a ferramentas tecnológicas. Assim você pode eliminar significativamente a discrepância de informações que não batem entre emissão de notas e consulta de notas, e assim você garante um controle absoluto do que é emitido para o CNPJ.
Esse assunto nos leva a refletir sobre a dificuldade de utilizar softwares financeiros. Muitos ERPs não são muito intuitivos e dependem da capacidade humana, outros sistemas são instaláveis e precisam de treinamento e isso faz com que o gestor se canse.
Porém é importante investir em tecnologia para a contabilidade e não desistir de transformar essa área.
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Não utilizar relatórios contábeis para auxiliar no setor financeiro
Os relatórios contábeis são extremamente importantes para o setor financeiro. A análise desses relatórios faz com que a empresa não se concentre apenas no curto prazo e ainda enxergue novas oportunidades para o negócio.
Entre os relatórios mais importante, estão:
- Acompanhamento de pedidos realizados e gestão de estoque;
- Estudo para regime tributário (Simples Nacional, Lucro Real e etc);
- Renegociação de contratos através da análise de NFes;
- Compliance tributário e outros.
Com as tarefas manuais do dia a dia, muitas vezes o contador deixa de tomar decisões estratégicas para cumprir com as obrigações fiscais no prazo correto.
Portanto, libere o seu contador ou a empresa contábil responsável pela gestão da sua empresa de tarefas mecânicas e garanta que seus contratos com fornecedores sejam revistos, que o giro de estoque esteja sendo feito da maneira correta, que as projeções do futuro sejam assertivas.
Conclusão
Desde a falta de investimento no setor contábil, até lançamentos acumulados, fazem com que os erros contábeis se traduzam em enormes prejuízos para a empresa.
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Agora que você já sabe como evitar alguns dos erros mais comuns, avalie seu cenário da sua empresa e caso tenha ficado alguma dúvida ou queira conhecer o nosso trabalho mais afundo segue abaixo o contato da MVON Contabilidade.
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por Conteúdo | maio 17, 2021 | Contabilidade
As notícias sobre o aumento da taxa de inadimplência têm sido cada vez mais comuns, os credores ficam preocupados, e os devedores encurralados.
A dívida não vai deixar de existir e se não tomarmos cuidado ela pode sair fora do nosso controle e botar tudo a perder quando o assunto envolve uma empresa ou negócio próprio.
Tendo dito isso, a ideia aproveitar esse momento de preocupação dos credores para conseguir boas negociações das dívidas. Até porque coma retomada da economia a chances de conseguir uma boa negociação de dívidas irá diminuir bastante, então o momento é agora.
Por isso preparamos o blog post: Comece a Negociar Dívidas: Conheça 3 Passos Fundamentais. Boa leitura.
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Conheça o tamanho e a origem da sua dívida
Comece fazendo listas. É fundamental organizar o seu endividamento. Liste tudo o que você deve em cartões de crédito, empréstimo, financiamento, cheque especial, carnês e boletos. Depois de se recuperar do susto de ver o tamanho da sua dívida, você vai notar que agora está mais palpável para trabalhar com metas mensais, já que você conhece o valor total.
Agora que você tem a visão do total da dívida é importante entender qual é o seu poder de quitação dessa dívida, e isso é possível entendendo qual é o seu orçamento mensal, ou seja, tudo o que entra e sai da sua conta bancária todo mês.
O objetivo é sair das dívidas, certo? Então, é preciso saber o quanto poderá pagar. Sabendo do tamanho da sua dívida e do poder de quitação que você tem por mês, defina um valor limite para negociar e não assuma um compromisso com o qual não possa arcar.
Vamos pegar um exemplo: uma família tem uma dívida de R$ 5.000,00 e só consegue pagar R$ 110,00 por mês. Imagine que ela conseguiu um empréstimo com CET (Custo Efetivo Total) de 1,33% ao mês. Nesse cenário, vai demorar quase 6 anos para quitar a dívida.
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Esteja ciente que imprevistos acontecem
Nós temos o costume de acreditar sempre no melhor cenário e, por isso, raramente estabelecemos um “plano B” para cobrir os eventuais imprevistos. Gastos com reforma, perda de emprego ou clientes, consertos e manutenção, fechamento do comércio, coisas que costumam aparecer e afetar diretamente no seu orçamento.
Quando planejar o pagamento de dívidas, reserve um valor mensal para cobrir os imprevistos que poderão surgir no meio do caminho. É muito importante ser cauteloso e se previnir de novas dívidas desnecessárias.
- Não aceite o crédito fácil que algumas instituições ofertam com taxas maiores.
- Mantenha a sua planilha financeira sempre atualizada.
- Busque equilibrar as despesas e receitas, cortando os excessos.
- Reserve pelo menos 5% da sua renda mensal para imprevistos, mesmo enquanto quitada a dívida com o credor por meio de novos empréstimos.
- Evite fazer novas dívidas quando entrar dinheiro extra.
- Use dinheiro extra para quitar dívidas atuais.
- Poupe para imprevistos ou junte para comprar à vista.
Com tudo isso organizado e definido, prepare-se para negociar.
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Defina sua estratégia de negociação
Antes de fazer a negociação com o credor, pense nos argumentos que irá apresentar. E leve todos os documentos que vão comprovar sua capacidade de pagamento. Faça uma lista de perguntas que você poderá fazer antes de assinar a negociação. Por exemplo:
- Qual será o desconto, em percentual, sobre a dívida total?
- Se pagar à vista, posso ter um desconto maior?
- Se parcelar, quais serão os juros?
- Depois de pagar, em quanto tempo terei minha situação regularizada na Serasa?
- Quando pagar, vou receber uma carta de quitação?
Se restar alguma dúvida, não decida por impulso. Peça para que a proposta de negociação seja feita por escrito. Leve para casa, discuta com pessoas de confiança e volte depois com uma contraproposta. Ou, se houver concordância, volte para assinar o contrato de negociação.
E, aí? Pronto para começar a negociar sua dívida?
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