por Lucas Vaz | out 7, 2022 | MEI
O primeiro motivo que leva um gestor a solicitar a mudança de MEI para Simples Nacional é o crescimento de seu negócio.
No entanto, essa migração de porte vai depender do contexto onde a empresa se encontra, o que pode impedir que o enquadramento ocorra no próximo mês de janeiro.
Desse modo, o desenquadramento da empresa no MEI acontece, o que pode causar transtornos que comprometam a sobrevivência da empresa.
Para te ajudar a evitar possíveis problemas, elaboramos este artigo para te mostrar quais os passos para essa mudança.
Confira!
Quais os passos para a mudança de MEI para Simples Nacional?
Certamente, o primeiro passo para a mudança de MEI para Simples Nacional, é saber o porquê essa escolha é a mais assertiva.
Sem dúvidas, o principal motivo é o aumento do faturamento anual, superior a R$81 mil, sinal de que o empreendimento está crescendo e precisa de um regime tributário mais adequado.
Nesse sentido, o Simples Nacional, possibilita a unificação do pagamento de tributos, deixando o processo simplificado para os pequenos empreendedores.
Dentre os impostos que podem ser pagos por uma única guia estão: IRPJ, CSLL, ICMS, ISS, entre outros.
Para aderir a esse novo regime tributário, você vai precisar seguir os seguintes passos.
1 Solicitar o desenquadramento do MEI
Seja qual for a motivação, a mudança de MEI para Simples Nacional tem início no Portal, onde você deverá solicitar o desenquadramento do seu sistema tributário atual.
2 Fazer a alteração na Junta Comercial
Solicitado o desenquadramento, o próximo passo é procurar a Junta Comercial do seu estado e comunicar a alteração de MEI (Microempreendedor Individual) para ME (Microempresa).
Nesse momento, você deve ter em mãos os seguintes documentos:
- A comunicação de desenquadramento do Simei;
- O formulário de desenquadramento;
- O contrato social ou documento equivalente;
- Solicitar ao Presidente da Junta Comercial, por meio de requerimento, o desenquadramento da empresa.
3 Ajustar os dados cadastrais da empresa
Feita a mudança da inscrição da empresa, é necessário fazer a atualização dos seus dados cadastrais, como Capital Social e Razão Social, na Junta Comercial.
Vale ressaltar que, além da Junta Comercial, a prefeitura e órgãos como a Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda), devem ser comunicados da mudança de MEI para o Simples Nacional da sua empresa.
4 Fazer o pagamento dos tributos
Embora a contratação de uma equipe contábil não seja obrigatória para abrir uma empresa, esse auxílio profissional pode te livrar de muitos aborrecimentos.
Além disso, em outros regimes tributários, fora o MEI, o serviço mensal de contabilidade é uma exigência da legislação.
Nesse ínterim, para que a mudança de MEI para o Simples Nacional pode ocorrer com maior tranquilidade, uma vez que o profissional vai te orientar nas seguintes questões:
- Qual vai ser o tipo da sua empresa?
- Que tipo de natureza jurídica?
- Quais as atividades serão exercidas, entre tantas outras.
Conclusão
Como você pôde perceber, a mudança de MEI para o Simples Nacional, não acontece de um dia para o outro.
Por esse motivo, o ideal é contar com a ajuda de um escritório de contabilidade que vai conduzir todo esse processo de maneira correta.
Dessa forma, sua empresa terá um bom amparo contábil, fiscal e administrativo, aspectos fundamentais para a saúde financeira do seu negócio.
Conte com a MV ON para essa mudança e vamos te ajudar em todos os detalhes! Entre em contato conosco!
por Lucas Vaz | set 7, 2022 | Sem categoria
Diferentemente do formato empresarial, voltado para pessoas jurídicas, a holding familiar atende pessoas físicas, sendo de vital importância para a preservação do seu patrimônio.
Assim sendo, pessoas comuns têm a chance de preservar seu patrimônio familiar, já que seus imóveis, empresas e valores imobiliários não mais ficam em seu nome, mas sim, administrados pela holding.
Continue conosco a leitura deste post e veja como essa estrutura pode te ajudar!
Holding familiar: o que é e qual a sua importância?
Como já foi dito, a holding familiar é uma medida que busca assegurar o controle efetivo do patrimônio constituído por membros de uma mesma família.
Dessa forma, as futuras gerações podem desfrutar do patrimônio, construído com esforço pelos membros da sua família.
É preciso destacar ainda que durante o processo de inventário, seja necessário colocar à venda parte dos bens patrimoniais, a fim de realizar o pagamento dos tributos.
Essa tributação se refere à transposição dos direitos dos herdeiros, uma vez que a carga tributária e demais custos atingem cerca de 25% da herança.
Agora que você já sabe o quanto é importante delegar os cuidados com o seu patrimônio a uma holding familiar, conheça algumas vantagens que essa decisão pode te proporcionar.
1. Melhora do controle patrimonial
Sem dúvida, a principal vantagem dessa ferramenta é melhor o controle administrativo do patrimônio da família.
Ou seja, a partir do momento que adota essa medida, seus bens passam a ser geridos por uma PJ-Pessoa Jurídica, que pode ser de uma sociedade simples, empresária ou anônima.
Outra possibilidade que otimiza ainda mais esse aspecto é que pode ser contratada um profissional para a administração, que não precisa ser um dos sócios.
E que ficará responsável por defender os interesses dos portadores dos bens.
2. Facilitar o planejamento sucessório
Provavelmente você conhece alguém que passou por longos e desgastantes processos de divisão de herança.
Esse tipo de transtorno é evitado com a holding familiar, uma vez que as regras são ditadas pelo Direito da Família e suas aplicações às pessoas físicas.
3. Reduzir os custos
De maneira geral, a holding familiar reduz de maneira significativa os custos associados à administração e manutenção dos bens.
Como consequência da diminuição de cobranças de tributos, fica mais fácil combater a dilapidação do patrimônio, mas sim aumentar a sua proteção.
Como montar sua holding familiar?
O primeiro passo é ter um vasto conhecimento em diferentes áreas do direito, como: o da família, de sucessões e o tributário.
Embora não exista uma única maneira de criar uma holding familiar, o levantamento de alguns critérios deve ser feito antes da sua constituição, como:
- Família;
- Possíveis dívidas que existem;
- Existência de conflitos e interesses entre os familiares;
- Processos judiciais;
- Regime de casamento dos sócios, entre outros dados.
Conclusão
Além dos que foram citados neste post, a holding familiar contribui para benefícios como o aumento da eficiência tributária, blindagem patrimonial e composição personalizada.
Mas para que todas essas vantagens sejam percebidas, é imprescindível que esse sistema seja criado e administrado por uma empresa com experiência nesse segmento.
A MV ON pode te ajudar em todos os detalhes se você quer ter uma Holding Familiar.
Entre em contato conosco.
por Lucas Vaz | ago 26, 2022 | MEI
É comum que surjam muitas informações que trazem dúvidas para a maioria dos profissionais autônomos envolvendo a escolha das opções de modalidade para formalizar uma empresa. Este artigo é para você que questiona se deve ou não abrir um MEI e ainda não sabe qual opção é a mais vantajosa para o seu negócio.
O que é MEI e quais as vantagens?
Primeiramente é importante entender o significado e a função deste modo e suas principais características.
Se tornar um Microempreendedor Individual (MEI) é contar com um CNPJ, poder emitir notas e ter uma carga tributária menor devido ao regime de tributação onde todos os impostos estão em uma mesma guia e não sofrem incidência direta sobre o faturamento mensal
O pagamento de impostos é realizado apenas por meio do Documento de Arrecadação Simplificado (DAS), de forma mensal e única torna este processo facilitado. A gestão do MEI é muito simples, dinâmica e oferece uma série de vantagens para quem optar por este modelo de formalização da empresa.
Ao realizar o pagamento da contribuição o microempreendedor individual tem o direito de diversos benefícios previdenciários, entre eles aposentadoria por idade e auxílio doença, por exemplo.
Para que o Microempreendedor Individual se torne a melhor opção para você, o faturamento anual não deve ser superior a R$81 mil reais por ano e o seu negócio não deve precisar de mais de um funcionário. Além disso, o MEI sempre é enquadrado no regime tributário do Simples Nacional, mesmo tendo a característica do pagamento com valor fixo e único por mês.
Como virar MEI?
É importante ressaltar que não existe custo para realizar a abertura do MEI e que para se formalizar, basta acessar o Portal do Empreendedor, abrir um CNPJ e seguir os passos indicados no próprio site.
Lembre-se que para que você possa se tornar MEI um dos principais pré-requisitos é a constatação da atividade a ser exercida com o CNPJ na Tabela de atividades permitidas. Alguns exemplos de tarefas que se enquadram e podem ser MEI são trabalhos independentes como o artesanato, costura, encanador, cuidador de animais, entre outros.
Caso isso não aconteça e a atividade não esteja presente na tabela, você terá de escolher outra opção de formalizar o seu negócio e a forma que atenda e se enquadre melhor em sua situação.
As outras formas de formalizar o seu negócio após o MEI será uma Microempresa – ME, ou uma Empresa de Pequeno Porte – EPP, com faturamento limite de R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões respectivamente.
Conclusão
A opção que irá proporcionar mais vantagens para você vai depender sempre de uma análise realizada considerando a sua própria situação e condição, por essa razão é fundamental estudar e entender todas as informações e dados de seu negócio necessários antes de decidir e escolher abrir um MEI ou outras opções.
Portanto, é possível identificar que em qualquer área e ramo não é uma tarefa fácil começar um empreendimento. Por isso, é extremamente importante contar com a ajuda de profissionais experientes e qualificados que podem dar o suporte necessário a você durante este processo tão importante para o sucesso de seu negócio.
Quer saber mais sobre como obter os melhores resultados financeiros para a sua empresa? A MV ON oferece a você a assessoria que precisa para elaborar estratégias e identificar as opções mais vantajosas para o sucesso do seu empreendimento, tudo isso de forma rápida e eficiente.
Nossa equipe aguarda o seu contato!
por Lucas Vaz | ago 11, 2022 | MEI
No decorrer da trajetória de sua empresa, é normal que em determinado momento torna-se necessária a mudança da principal atividade econômica do negócio (a mais importante) ou até mesmo incluir outras que são denominadas de secundárias (possíveis outras atuações dentro da sua área).
Nesse caso, é preciso alterar o cadastro CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) para que o seu empreendimento continue regularizado.
O CNAE é necessário para identificar as atividades exercidas em uma determinada empresa, sendo representada por um código de sete dígitos que define a atividade exercida pela empresa, o seu ramo de atuação, suas atividades secundárias e, consequentemente o valor dos impostos e tributos a serem pagos pelo negócio, variando conforme o tipo de atividade principal definida.
Caso a empresa do MEI (Microempreendedor Individual) comece a mudar os serviços prestados ou produtos vendidos e não representem mais com os dados fornecidos durante a abertura do empreendimento, a alteração de CNAE é a única maneira de mantê-lo formalizado perante a lei.
Dessa forma, este procedimento deve ser realizado com a orientação e auxílio de um profissional contábil qualificado, que analise e avalie de forma eficiente essa possibilidade através de uma consultoria, com a finalidade de identificar possíveis consequências após a execução dessas mudanças, como aumento de carga tributária, perdas fiscais, novas funções a serem cumpridas na empresa ou novos investimentos necessários.
Por isso, antes de realizar a alteração de CNAE você deve estar atento a todos os detalhes em relação a atividades de sua empresa, para que o planejamento feito com o contador possa evitar problemas e possibilitar o sucesso no funcionamento da empresa após as modificações.
Alterando o CNAE – Passo a passo
1- Primeiro você deve acessar o Portal do Empreendedor e selecionar a opção “Já sou MEI”, em seguida, “Atualização Cadastral”, e depois, “Solicitar”.
2- Preencha todos os dados pessoais e os complementares com as informações do seu negócio.
3- Escolha então no campo “Dados para alteração” a nova atividade ou ocupação principal da empresa, podendo também selecionar até 15 opções de ocupações secundárias.
4- Cadastre seu CEP no campo “Endereço Residencial”
5- Informe se você declarou imposto de renda nos últimos anos e o número de seu título de eleitor.
6- Mande o formulário.
7- Por fim, imprima o novo Certificado de Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI), e se necessário, acesse o site da Receita Federal e imprima também o CNPJ da nova situação cadastral da empresa.
Agora que você aprendeu como alterar o CNAE da sua empresa, tem conhecimento também do quanto é essencial ter o suporte de profissionais de contabilidade no planejamento financeiro de sua empresa.
A MV ON oferece a você serviços de estratégia qualificados para se destacar no mercado e obter sucesso em sua trajetória. Nossa equipe possui uma grande experiência na área contábil que possibilita as melhores orientações para você que deseja otimizar seu negócio, evitar problemas e alcançar suas metas.
Estamos à disposição para apoiar e sermos seus parceiros no aconselhamento de diversos setores burocráticos, contábeis e fiscais, e assim, possibilitar que sua empresa tenha a garantia de um atendimento ágil, especializado e dinâmico em qualquer momento. Seremos a solução rápida quando o assunto é planejamento, organização e dinâmicas empreendedoras.
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